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quinta-feira, 2 de março de 2017

EDUCAÇÃO INFANTIL




O que verificar em relação à educação de sua criança se ela frequenta uma creche ou pré-escola


1. Aspectos que os familiares podem verificar diretamente na creche ou na pré-escola
 • A instituição tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Educação?  • O alvará sanitário está afixado em lugar visível?
 • A instituição tem proposta pedagógica em forma de documento?
 • Reuniões e entrevistas com familiares são realizadas em horários adequados à participação das famílias?
 • Há reuniões com familiares pelo menos três vezes por ano?
 • Os familiares recebem relatórios sobre as vivências, produções e aprendizagens pelo menos duas vezes ao ano?
 • A instituição permite a entrada dos familiares em qualquer horário?
 • Existe local adequado para receber os pais ou familiares? E para aleitamento materno?
 • As professoras têm, no mínimo, a formação em nível médio, Magistério? • Há no mínimo uma professora para cada agrupamento de:
 • 6 a 8 crianças de 0 a 2 anos?
 • 15 crianças de 3 anos?
 • 20 crianças de 4 até 6 anos?
 • As salas de atividades e demais ambientes internos e externos são agradáveis, limpos, ventilados e tranquilos, com acústica que permite uma boa comunicação?
 • O lixo é retirado diariamente dos ambientes internos e externos?
 • A instituição protege todos os pontos potencialmente perigosos do prédio para garantir a circulação segura das crianças e evitar acidentes?
 • A instituição tem procedimentos preestabelecidos que devem ser tomados em caso de acidentes?

 2. O que os familiares podem verificar com a criança sobre o atendimento na educação infantil • Pergunte qual é o nome das professoras e de outros funcionários.
 • Pergunte o nome dos amiguinhos mais próximos.
 • Pergunte à criança o que ela mais gostou de fazer naquele dia.
 • Incentive à criança a contar e a narrar situações vividas na instituição:
 • que músicas cantou ou ouviu; • quais brincadeiras aconteceram;
 • que pinturas, desenhos, esculturas ela fez;
 • qual livro a professora leu; • que história a professora contou;
 • o que ela está aprendendo, entre outras.

 3. O que os familiares podem observar diretamente na criança sobre o atendimento na educação infantil
 • Observe o comportamento da criança quando ela chega na instituição (alegria, timidez ou choro).
 • Observe diária e atentamente enquanto estiver conversando com a criança, seu olhar, seus gestos, sua fala suas reações podem ajudar a avaliar o estado físico e emocional.
 • Observe as reações da criança ao ver seus colegas, isso pode demonstrar como está a relação com a turma. • Observe as produções e o material que ela traz da instituição.

4. Dúvidas mais frequentes em relação à educação infantil

5. Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Volta às aulas em Curitiba

Os 140 mil alunos das creches e escolas voltarão às aulas na próxima segunda-feira, 17 de agosto. O Comitê de Controle e Prevenção da Influenza A divulgou a decisão em reunião realizada nesta quinta-feira (13). As aulas, que deveriam ter voltado em 3 de agosto, foram adiadas como precaução para evitar o crescimento no número de casos da gripe H1N1.
A recomendação de volta às aulas do Comitê foi acatada pela rede pública de ensino e vale também para todas as demais instituições de ensino.
Para tomar a decisão, o comitê considerou que as medidas de controle adotadas, entre elas o adiamento do retorno às aulas, se mostraram eficazes para diminuir a transmissibilidade e minimizar o impacto da doença na população.
Os dados apresentados na reunião mostraram tendência de estabilização do quadro da epidemia no município. Também foi considerada a necessidade de se diminuir os prejuízos sociais e educacionais provocados pelo adiamento das atividades escolares e das creches.
Nesse ínterim, foram tomadas uma série de desdobramentos que ajudam a explicar essa situação: redução de circulação de público nos ambientes coletivos das escolas e também no transporte coletivo; prescrição do antiviral a critério dos profissionais médicos em geral; elaboração de planos de controle e prevenção à doença em cada estabelecimento de ensino; e elevação da temperatura.
Também merece destaque o envolvimento de pais e familiares de estudantes, assim como professores e demais funcionários de todos os estabelecimentos de ensino, que agora podem retomar sua rotina em segurança mas sempre observando as condutas de prevenção.
"A decisão de recomendar o retorno às aulas reflete a eficiência das medidas tomadas nos últimos dias pelo comitê assessor da Secretaria Municipal da Saúde, que assumiu o ônus das decisões e agora colhe os bons resultados, " disse Moacir Pires Ramos, médico, representante da Sociedade Brasileira de Infectologia no Comitê de Controle e Prevenção da Nova Gripe em Curitiba, formado por 26 entidades.
De acordo com a secretária municipal da Educação, Eleonora Bonato Fruet, os professores e funcionários da rede municipal de ensino, bem como de toda a rede de ensino de Curitiba estão preparados para a adoção de medidas de prevenção e controle da doença. "Tomamos todas as medidas de precaução para orientar nosso quadro de profissionais", disse Eleonora.
Na última sexta-feira, os 15 mil profissionais da rede participaram de uma jornada de capacitação organizada pela Secretaria nas escolas e creches. Na ocasião, eles assistiram a palestra com dicas para poder detectar sinais e sintomas sugestivos da doença, sobre como o vírus é transmitido, como evitar o contágio na escola e o que fazer caso um dos alunos apresente sintomas da gripe. Também receberam folders sobre a gripe H1N1 e conheceram os kits com material de higiene e limpeza (garrafas de álcool comum e em gel, água sanitária, máscaras cirúrgicas, sabonete líquido, toalhas de papel e toalhas de papel) que servirão de reforço na volta às aulas.
Gestantes: o comitê recomendou que as gestantes que atuam nas escolas e creches da rede municipal de ensino só retornem ao trabalho duas semanas após o reinício das aulas.
De acordo com estudos científicos, as grávidas são o principal grupo de risco para complicações causadas pela gripe. Com isso, elas evitariam um contato direto com as crianças, que apresentam período maior de transmissibilidade da doença (até 14 dias).
ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA CONTROLE DA INFLUENZA A (H1N1) NAS ESCOLAS E CRECHES
NOS BEBEDOUROS:
> Orientar os alunos para não colocarem os lábios no bico ejetor de água dos bebedouros;
> Proceder no equipamento, desinfecção com álcool 70 %, freqüentemente;
> Disponibilizar copos descartáveis de fácil acesso ao bebedouro ou orientar para trazer de casa o copo ou garrafa plástica para uso individual;
> Quando existirem dois bicos ejetores de água no bebedouro, inviabilizar o uso do bico ejetor pequeno e deixar em uso o grande curvado;
> Fixar orientações de uso na parede, na frente do bebedouro.
NOS BANHEIROS
> Intensificar a limpeza e desinfecção dos banheiros, incluindo maçanetas, torneiras, porta-papel.
NOS REFEITÓRIOS
> Lavar as mão antes das refeições.
> Orientar os alunos a não compartilhar copos, talheres, bebidas e alimentos.
> Realizar a desinfecção das mesas e cadeiras, friccionando com pano limpo embebido com álcool 70%, após o uso.
NAS SALAS DE AULA
> Disponibilizar álcool gel 70% glicerinado na entrada das salas e orientar os alunos para a sua utilização.
> Realizar a desinfecção das mesas e cadeiras, friccionando com pano limpo embebido com álcool 70%, ao final do período e/ou a cada troca de turmas.
> Os alunos devem possuir poltrona/cadeira fixa.
> Orientar os alunos a não compartilhar materiais (canetas, lapiseiras, borrachas, etc).
> Os Centros de Educação Infantil (CEIs) devem ainda reforçar a higienização frequente com álcool em gel dos brinquedos de uso comum, maçanetas/trincos, trocadores, banheiras.